Técnicos do MASA formados em tecnologias de produção de arroz, milho e hortícolas

Cerca de 100 técnicos do Ministério de Agricultura e Segurança Alimentar (MASA), dentre os quais 24 investigadores agrários e 75 extensionistas foram capacitados em tecnologias de produção agrícola na cadeia de valor do milho, arroz e hortícolas no distrito de boane, província de Maputo. Esta enquadra se no âmbito da cooperação Bilateral entre Moçambique e Republica Popular da China.
Na ocasião a Directora do Instituto de Investigação Agrário de Moçambique, Olga Faftine em representação de Sua Excia, Vice-Ministra da Agricultura e Segurança Alimentar, Luísa Meque disse que a formação em novas tecnologias de produção agrícola de arroz, milho e hortícolas vai impulsionar a produção e produtividade nesta campanha de 2018/19, aumento da renda familiar e contribuir para a redução de insegurança alimentar no país.

Segundo Faftine, o curso constitui uma oportunidade de interacção entre investigadores e extensionistas e para a consolidação da multidisciplinaridade das equipas, acelerar a disseminação de soluções tecnológicas para os múltiplos problemas enfrentados pelos produtores ao longo da cadeia produtiva, entretanto instou aos participantes a disseminarem as tecnologias aprendidas para os produtores.
Por seu turno, o Conselheiro Económico e Comercial da China Liu Xiaoguang disse que, a formação envolveu técnicos agrários a nível nacional, portanto foram lecionados conteúdos ricos não apenas nas tecnologias de produção agrícola sobre arroz legumes e milho, mas também sobre prevenção e tratamento de pragas e doenças das culturas.
O Conselheiro Xiaoguang assegurou que o seu País se compromete em continuar a colaborar com os países africanos para o alcance da meta na realização básica da segurança alimentar antes de 2030, onde a China vai enviar especialistas agrários para continuar a formar jovens no ramo da agricultura para que possam tornarem˗ se sustentável.
Já os formados, reconhecem os desafios do sector agrários, mas prometem empenho e dedicação de modo a atingir os objectivos de redução de índice de insegurança alimentar no país, através de divulgação das tecnologias de produção adquiridas ao longo da formação.
Para estes, a aposta na capacitação e no investimento em plataforma de novas tecnologias viradas para produção e transformação de alimentos a reorientação da investigação e extensão agrária, enquanto agências de mudanças são desafios que o executivo moçambicano terá de enfrentar para o sucesso da actividade agrícola.

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