A qualidade da castanha moçambicana tem melhorado mas ainda está abaixo da maior parte produzida em África

Moçambique hoje, é responsável por <3% da produção africana; A Tanzania é agora o principal produtor da região Este e Austral de África. Por outro lado Moçambique é o único país que processa uma parte significativa da sua produção. Este dado consta de um estudo económico que está em curso no subsector do caju, segundo o estudo económico do caju.
Estudo refere ainda que em média Moçambique processa 1/3 da sua produção anual pelo que se deverão envidar esforços para promover o processamento doméstico para acrescentar valor à produção nacional e criar emprego, desde que o valor incremental obtido justifique. Promover as tecnologias de trabalho e capital intensivo de forma a encontrar o melhor balanço para maximizar a criação de emprego sem perturbar a eficiência do processamento.Desenvolver um programa de marketing, para tirar vantagem do potencial de Mercado para o caju processado no mundo.Dimensionar as unidades de processamento para se estabelecer uma relação de longo prazo com os compradores para se criar um Mercado duradouro. E encorajar os processadores a participar nos cuidados a ter com os cajuais e produção de mudas.
Com vista a melhorar segundo a avaliação é necessário reformular a legislação vigente para disciplinar a comercialização (obrigatoriedade de normas, licenças, uso de fundos legais, pagamento efectivo das taxas devidas). Monitorar a execução das normas a todos os níveis; produzir relatórios periódicos tornando públicas as irregularidades detectadas e penalizando os infractores; controlar o sistema de licenciamento durante as campanhas (origem do fundos e operadores); registar os comerciantes em cada campanha para se controlar a sua origem e a legalidade dos fundos usados. produzir estatísticas credíveis sobre a comercialização da castanha em bruto nos pontos críticos de circulação, portos, zonas fronteiriças e circulação entre províncias; bem como instalar sistemas de informação para recolha de dados da comercialização em colaboração com as autoridades tributárias, AICAJU, autoridades comunitárias e orgãos dos Governos distritais. Estimar em cada ano as quantidades de castanha comercializadas informalmente.

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