Melhores dias à vista na Açucareira de Mafambisse

A RECENTE reestruturação do grupo sul-africano Tongaat Hulettvai viabilizar as actividades da Açucareira de Mafambisse, no distrito de Dondo, em Sofala, que nos últimos tempos passou por dificuldades financeiras, colocando em risco a continuidade das operações desta unidade industrial.

Publicado em 13 de Março 2020 / Categoria: Economia

A informação foi avançada ontem pelo director-geral do grupo em Moçambique, Tendai Masawi, durante uma visita que uma equipa da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) efectuou às instalações da empresa em Xinavane, distrito da Manhiça, província de Maputo.

A partir de 7 de Abril deste curso, a unidade de Mafambisse estará em pleno funcionamento e posso garantir que a nossa Açucareira de Xinavane também não será encerrada”, disse.

A fonte negou que a reversão do cenário tenha sido determinada pela entrada de um novo parceiro, explicando que os accionistas da Tongaatt decidiram incrementar os investimentos nas duas unidades, estimulados pelo elevado potencial que o mercado moçambicano de açúcar tem.

Neste momento, segundo a fonte, o grupo trabalha com um universo de seis mil produtores de cana divididos em 25 associações, que exploram uma área de 18 mil hectares para produção, esperando, este ano, aumentar a produtividade, para sair das actuais 80 para 140 toneladas por hectares.

Por seu turno, o presidente da CTA, Agostinho Vuma, disse que foi sempre preocupação da sua agremiação, enquanto representante do sector privado, inteirar-se da situação da Açucareira de Mafambisse, manifestando-se encorajado com o anúncio da retoma da produção industrial em pleno da empresa.

De acordo com Vuma, durante o encontro, os gestores anunciaram o aumento dos níveis de produção para 175 mil toneladas este ano, contra os de 40 mil do ano passado.

O produto que está a ser laboradopelo grupo faz parte da cadeia de valor do negócio de vários sectores de actividade no país, uma vez que, para além de abastecer o mercado do consumo doméstico do açúcar, são os principais fornecedores de matéria-prima para a indústria de bebidas nacional”, frisou.

A Tongaat Hullet detém 85por cento de acções da Açucareira de Mafambisse e o Estado controla os restantes 15por cento,através do Instituto de Gestão das Participações do Estado (IGEPE). As incertezas pelas quais a empresa passou, sobretudo no ano passado, chegaram a ameaçar os postos de emprego de 3500 trabalhadores da açucareira.

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