Estudo avalia competitividade da indústria de processamento do caju

Segundo dados avançados ao “Notícias” pela chefe da Repartição de Análise Económica e Indústria no Instituto de Fomento do Caju (INCAJU), Lúcia António, com esta avaliação pretende-se produzir linhas de orientação para a melhoria da estrutura, conduta e performance da indústria nacional de processamento do caju.
Os resultados preliminares do estudo, enquadrado noprojecto ACAMOZ, indicam como possíveis caminhos para ultrapassar os desafios a assinatura de um acordo comercial extraordinário entre os governos de Moçambique e da Índia para a colocação da amêndoa partida no mercado indiano, em regime de quotas.
Também à luz dos acordos com a Comunidade para oDesenvolvimento da África Austral (SADC), estuda-se a possibilidade do comércio preferencial daamêndoa de caju de Moçambique na vizinha África do Sul.
Para a concretização deste objectivo, o Governo moçambicanopoderia, segundo a nossa fonte, negociar com a sua contraparte sul-africana a taxa de imposto de amêndoas de caju fora da SADC,tendo em conta que o desenvolvimento da indústria de caju de Moçambique é benéfico para a economia da África do Sul.
Lúcia António defendeu igualmente que existe necessidade de identificação de mercados alternativos; de exploração do mercado doméstico através do marketing e a promoção do multiuso da amêndoa na indústria alimentar e de cosméticos para a produção de farinha, leite, manteiga, entre outros produtos.
Também deverão ser criadas sinergias com as companhias especializadas no aproveitamento de amêndoas para o abastecimento de indústrias alimentarescomo depanificação, confeitaria, laticínios,entre outras.

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